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Vosso blog de comida no portal Bem Paraná.quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Curso na Vino!
Curso básico de degustação de vinhos com o enólogo Philipe Lima na loja Vino! Champagnat. Nos dias 25 e 26 de agosto, a partir das 19h30. Informações: 41 3335-6060.
Logística reversa
O mesmo caminhão que entrega mercadorias nas casas dos clientes, ou nos supermercados, leva as embalagens para uma cooperativa conveniada, ou ao fornecedor para se tornar matéria-prima novamente. Em Curitiba, o supermercado Festval, um dos melhores para quem quer bom atendimento, variedade e qualidade em um estabelecimento de porte médio, entra na onda. Além disso, o Programa de Inclusão de Portadores de Deficiência é levado a sério e o resultado é muito positivo. Só precisam incluir o modelo do "canto ecológico" hoje disponível somente na unidade do Barigüi em outras lojas do grupo. É o supermercado preferido de gourmets.
Santa Helena: tudo para a cozinha
Uma megastore assim é a nova loja do grupo Santa Helena, com mais de 20 mil itens que vão desde objetos de decoração até eletrodomésticos e produtos de grife. Shopping Bourbon Pompéia e Rua Oscar Freira, 777. Telefones 11 3675-5007 e 3087-5800.
Veja Curitiba – O Melhor da Cidade
A tão esperada premiação da Veja – O Melhor da Cidade – acontece na semana que vem, no dia 28, Estação Embratel Convention Center. A edição da revista, versão Curitiba, com mais de 600 endereços chega às bancas em agosto.
Amicci Restaurante: também em casa
O Amicci está com um novo sistema de entregas em casa e um cardápio especial para encomendas. Telefone: 41 3363-1060.
Lellis com novo horário
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
"São Paulo Bom de Mesa"
A Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança realiza um jantar na Vinheria Percussi dentro do festival "São Paulo Bom de Mesa", nos dias 27 e 28 de agosto. Veja o cardápio do jantar que terá vinhos harmonizados por Ricardo Bohn Gonçalves da Wine School. Mais informações: 11 3676-17.81 / 9677-1899.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Quintana: pode comer na biblioteca
A mesa posta, farta e bonita, logo na entrada, e a imagem de Mário Quintana na parede recepcionando quem chega são responsáveis pela agradável acolhida no café e restaurante que leva o nome do poeta gaúcho. Fácil notar que é “um lugar especial”, como os proprietários definem no anúncio da casa. “Culinária brasileira com influências internacionais”, continuam. Simples assim, como o belo sorriso da chef e
restauranteur Gabriela Carvalho, que divide com Sônia Aksamitas, sua mãe, a cozinha. Sorte da cidade que ganhou o Quintana. Sônia é uma médica veterinária que nunca se afastou da cozinha. Formada em gastronomia pelo Centro Europeu está agora, definitivamente, em outra área. Gabriela descobriu a vocação, ainda adolescente, em um programa de intercâmbio nos Estados Unidos, onde acabou formando-se em hotelaria e gastronomia. Depois de morar e viajar pelo mundo, e trabalhar em alguns países da Europa, e em São Paulo e na Bahia, acompanhando a montagem de estabelecimentos, não necessariamente nessa ordem, retorna a Curitiba para exercitar o que sabe e gosta de fazer. Um café gourmet e lanches também fazem parte da proposta do local que inclui um espaço para lançamentos de livros e exposições e uma biblioteca, itens que não poderiam faltar,
Pratos aquecidos e produtos orgânicos: um capricho que conquista os clientes mais exigentes.
Variedade combinada com temperos especiais e opções diferentes para cada dia da semana.
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cafés chocolatarias padarias,
restaurantes
Salada de rúcula, figos e camembert crocante da Roberta Sudbrack
No fim de semana passado mais uma delícia da chef Roberta Sudbrack. Veja a receita, que é bem fácil e simples.
Durski na Gula: com louvor
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Alex Atala: receitas
Aqui estão as receitas do Alex Atala para quem quiser se atrever, como eu, a testar o marreco (ou pato) abaixo.
Marreco em baixa temperatura com risoto de grãos e castanhas brasileiras
Azeite de ervas
Glacê de caldo de pato
Caldo de legumes
Risoto de grãos
Marreco em baixa temperatura com risoto de grãos e castanhas brasileiras
Azeite de ervas
Glacê de caldo de pato
Caldo de legumes
Risoto de grãos
Embalagem a vácuo: só se fala nela
Tema de cursos, livros e reportagens, a embalagem a vácuo virou estrela, vai inclusive ter lugar de honra no novo restaurante Dalva e Dito do chef Alex Atala e do chef francês Alain Poletto. O sistema de cozimento conserva melhor o sabor dos alimentos, dizem os especialistas. A revista Menu de agosto tem reportagem especial sobre o assunto e a escola do chef Laurent Suaudeau apresenta curso (três manhãs) sobre a técnica. Uma máquina custa mais de R$ 10 mil. Será que vamos sobreviver sem isso? A chef Roberta Sudbrack jura que sim e defende a cozinha mais “pura”, leia texto sobre o assunto publicado em agosto de 2007.
Pato viajado
Tem história esse pato, que para começar deveria ser marreco. Não é tudo a mesma coisa? Não. Bem, voltando ao pato que era para ser marreco, neste fim de semana que passou escolhi testar a receita do chef Alex Atala: “Marreco em baixa temperatura com risoto de grãos e castanhas brasileiras”. Maravilhoso, isso se eu tivesse terminado em casa, seguindo todos os detalhes da receita, mas não foi bem assim. A receita não é das mais simples, pois exige azeite aromatizado, glacê de caldo de pato (não era para ser de marreco?), caldo de legumes, crespina, embalagem a vácuo e horas no forno. Como se não bastasse tudo isso, depois de quase 20 horas no forno (a receita pedia 30!), coloquei o pato num saco e peguei a estrada. Lá fomos nós fazer uma visita, levando o pato, que não casava em nada com o cardápio dos anfitriões: risoto de camarão. 
Chegando ao destino, desembrulho o pato para finalizar o prato e logo depois levá-lo à mesa se desmanchando, precisava ver. Ele ficou como se eu tivesse confitado, bem saboroso e úmido, macio, macio. Não fiz o arroz – o acompanhamento da receita – por motivos óbvios. Vou repetir, com certeza, tentando não “fugir” muito do roteiro original, só que às vezes é bom dar uma escapada, ainda mais se for para um encontro com amigos queridos. A sobremesa estava divina, vou ver se consigo a receita da geléia de mimosa servida com os crepes. Pelos caminhos que andei...

P.S. Não sei se o Alex Atala aprovaria as modificações na sua receita, mas sem crespina e sem embalagem a vácuo o almoço de domingo não sairia. A improvisação: usei o papel celofane do frango (que salvou o almoço de domingo e a fome na sexta-feira) comprado na estrada e banho-maria no forno comum. É o que dá não ler a receita atentamente...Já publico ela aqui.
Glossário (Do livro “Por uma gastronomia brasileira”, de Alex Atala).
Crespina
Do francês crêpine. Membrana fina que envolve as vísceras dos animais. Também conhecida como coifa, barrete ou redanho.
Confit
Processo de conservação em que, depois de cozida, a carne é guardada em sua própria gordura.
Chegando ao destino, desembrulho o pato para finalizar o prato e logo depois levá-lo à mesa se desmanchando, precisava ver. Ele ficou como se eu tivesse confitado, bem saboroso e úmido, macio, macio. Não fiz o arroz – o acompanhamento da receita – por motivos óbvios. Vou repetir, com certeza, tentando não “fugir” muito do roteiro original, só que às vezes é bom dar uma escapada, ainda mais se for para um encontro com amigos queridos. A sobremesa estava divina, vou ver se consigo a receita da geléia de mimosa servida com os crepes. Pelos caminhos que andei...
P.S. Não sei se o Alex Atala aprovaria as modificações na sua receita, mas sem crespina e sem embalagem a vácuo o almoço de domingo não sairia. A improvisação: usei o papel celofane do frango (que salvou o almoço de domingo e a fome na sexta-feira) comprado na estrada e banho-maria no forno comum. É o que dá não ler a receita atentamente...Já publico ela aqui.
Glossário (Do livro “Por uma gastronomia brasileira”, de Alex Atala).
Crespina
Do francês crêpine. Membrana fina que envolve as vísceras dos animais. Também conhecida como coifa, barrete ou redanho.
Confit
Processo de conservação em que, depois de cozida, a carne é guardada em sua própria gordura.
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Promenade Chandon 2008 em São Paulo
Neste domingo (17) algumas ruas nos Jardins em São Paulo (Haddock Lobo, Oscar Freire, Bela Cintra e Vittorio Fasano) estarão fechadas para o evento “Promenade Chandon”. Entre as 18h e 22h, os restaurantes dos quatro quarteirões fechados apresentarão cardápios especiais, as lojas terão vitrines decoradas para o dia e lançamentos de produtos exclusivos e muita Chandon para todos. Informações: www.chandon.com.br e www.promenadechandon.com.br.
Fuji no Mercado Municipal de Curitiba
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Scavollo tem novo chef: Johnny Fagundes
Johnny Fagundes é o novo chef do restaurante italiano Scavollo. Formado pelo Senac no Campus Águas de São Pedro (considerado um dos melhores cursos do país) , Fagundes trabalhou no Boulevard, Oli Gastronomia e no Café Maria (PR) e no Locanda della Mimosa (RJ). No Scavollo, o novo chef está, aos poucos, modificando o cardápio da casa.
Novidades no Campania
O restaurante mudou o horário de funcionamento, agora fecha domingo à noite e terça-feira, e tem nova carta de vinho. Os proprietários, o casal Rafael e Margherita Imolesi, também estão comemorando a indicação na categoria “melhores restaurantes italianos” da revista Veja. A premiação, em Curitiba, será no dia 28 de agosto. Rua Prudente de Morais, 1.265. Reservas pelo telefone (41) 3013-2009.
Kappo cuisine: difícil de explicar, fácil de comer
Só agora ouço falar da “kappo cuisine” – uma refeição japonesa supersofisticada. Um pouco “Cordon Bleu”, dizem. A nova alta gastronomia é feita com produtos de qualidade (da estação), é claro, mas com um cuidado maior com a estética (sempre minimalista), fundindo tradição e contemporaneidade. Quem usou o termo? O chef Tsuyoshi Murakami do novíssimo e lindo restaurante Kinoshita, em São Paulo. Mas é uma gastronomia que outros chefs já praticam (e eu adoro): Jun Sakamoto (Jun Sakamoto), Shin Koike (A1 e Aizomê) e Shundi Kobayashi (Original Shundi). Além desses, vale conhecer outro restaurante que não está nessa lista dos "mais, mais" e que é muito citado por blogueiros, o Huto, do ex-maitre de Jun Sakamoto, Fábio Honda, onde brilham muitos sushimen. Em Curitiba, Alberto, do Nakaba, é quem chega mais próximo dessa linha da gastronomia contemporânea.
Nota: não achei o site do Jun, acho que não tem, por isso aqui vai o endereço dele: Rua Lisboa, 55 (Pinheiros), telefone 11 3088-6019. Todos os restaurantes estão em São Paulo.
Nota: não achei o site do Jun, acho que não tem, por isso aqui vai o endereço dele: Rua Lisboa, 55 (Pinheiros), telefone 11 3088-6019. Todos os restaurantes estão em São Paulo.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Capoani: moda e gastronomia
Fui conhecer o restaurante instalado no anexo, lindamente repaginado por Jaime Bernardo, da loja Capoani. Tudo muito bem cuidado e feito com capricho, começando pelos pães quentinhos, como ter que ser. A casa tem a consultoria de Danio Braga e é tocada pelo simpático Álvaro. Veja o cardápio do “almoço executivo”. Agora quero experimentar os jantares, que trazem um menu degustação, preparados por Braga.
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